No ano em que comemora os seus 25 anos, a empresa apresentou um rebranding da marca e revelou uma reorientação estratégica para «consolidar a sua posição no mercado» e «chegar a grandes empresas».
Segundo Bruno Barroso, director de marketing da Artsoft deixa de haver distinções entre marca e produto, já que a nova imagem representa agora a união dos dois conceitos. A nova expressão visual da marca, desenvolvida pela consultora de branding MyBrand, «vem marcar um momento de expansão na história da empresa, acompanhando a sua aposta em novos mercados geográficos e diversificação das áreas de negócio», disse Bruno Barroso.
A nova marca Artsoft é, segundo as palavras do mesmo, «impulsionadora da mudança, por via de soluções inovadoras, fiáveis e robustas que permitem a qualquer empresa atingir o seu potencial máximo de produtividade e rentabilidade», ideia esta sintetizada na assinatura Powering Business.
Aliana à mudança de imagem, a empresa reorganizou-se em três unidades de negócio: Business Software (área core focalizada na investigação, produção e desenvolvimento de software de gestão); Services (focada na prestação de serviços de consultoria e formação); e Automation Solutions (dedicada à produção e desenvolvimento de soluções de automação para o segmento empresarial).
Em paralelo ao anúncio desta última área, a Artsoft apresentou ao mercado o Office Automation Controller OAC 4-8 (foto em cima), uma solução capaz de comandar até oito dispositivos simultaneamente, que suporta desde as funções mais simples às mais complexas, funcionando de modo autónomo e com integração com o qualquer ERP.
«Para qualquer destas áreas, a Artsoft apresentará ao mercado soluções tecnológicas que respeitem sempre os quatro valores que sustentam o seu posicionamento: ambição, investigação, fiabilidade e verdade», concluiu Bruno Barroso, que revelou ainda que a empresa está tam,bºem interessada em reforçar a sua presença em mercados fora de Portugal.

O novo logótipo Artsoft é baseado na forma do infinito, simbolizando a ambição de crescer e dramatiza a mudança que os responsáveis querem levar às empresas, de duas formas: pela passagem do roxo, uma cor mais fria, para o laranja, mais quente, e pela transformação de um octógono, uma forma mais irregular e segmentada, para um círculo, de maior tamanho, mais fluido e equilibrado.









