Desde o seu lançamento em 2006 que tem sido o líder dos monovolumes médios e argumentos para isso não falta, seja o espaço interior, seja o design, sejam as soluções inovadores que tão bem caracterizam a Citroen.
Muitos já foram lançados desde 2006 mas nenhum conseguiu retirar o cetro a esta criação da Citroen, fomos dar uma volta para auferir das razões. A primeira coisa que nos chama a atenção é o tamanho, quase do tamanho de um grande monovolume. E isso nota-se no seu interior: a nota dominante é o desafogo, qualquer um dos cinco ocupantes viaja à vontade. Falamos em 5 ocupantes, apesar de levar 7, porque os bancos da terceira fila não oferecem o espaço que os outros 5, como em todos os veículos com 7 lugares.

Mas para esta sensação de espaço contribui o para-brisas zenith que recua até bem acima da cabeça do condutor, dando uma sensação de espaço e luminosidade que nenhum outro concorrente se pode gabar. Também de destacar são as regulações individuais do ar condicionado, quer à frente, quer atrás, com mostradores digitais, também a consola central merece destaque, devido à ausência do travão de mão e nas versões com caixa automática, o espaço da manete das mudanças foi substituído por mais um espaço de arrumação.
A motorização por nós ensaiada foi a 1.6 Hdi de 112 cv, que apesar do tamanho, é a ideal para este carro, nunca nos deixa embaraçados e os consumos andam na média deste motores noutras criações do grupo PSA. Embora a condução não seja tão envolvente como a do seu primo Peugeot 5008, não embaraça ninguém.

Veridito iTech > A Citroen colocou os seus melhores criativos na concepção deste monovolume e o resultado está à vista: a liderança do segmento.
Modelo: Citroen Grand C4 Picasso
Preço:35 mil euros
Consumos: 6.5l/100 (medidos)
Co2 (g/km):132








