Passado cerca de meia hora de utilização do One X, estávamos completamente rendidos a esta peça de joalharia tecnológica que a HTC nos tinha emprestado.
Nessa altura já estávamos completamente à vontade para digerir o que nos tinha acontecido: estávamos, simplesmente, com o melhor smartphone do Mundo na mão. A interface é superfluida e, mesmo com várias apps abertas, incluindo jogos, o nosso HTC nunca se “engasgou”.
É fácil saber por quê: lá dentro está um processador nVidia Tegra 3 quad-core a 1,5GHz e uma memória RAM de 1GB que contribuem decisivamente para o desempenho gráfico do terminal. Segundo a HTC, este processador inclui um Battery Saver Core cujo objectivo seria optimizar a optimização da sua autonomia.
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