A primeira geração do Clio foi lançada em 1990 e marcou a história da Renault ao vender 11,5 milhões de automóveis em mais de 115 países. A quarta geração, apresentada hoje, tem como objectivo escrever uma nova página desta história.
O novo Clio distingue-se por um novo estilo que a marca apelida de «sensual e emocional», conceitos que fazem parte do processo de renovação do design da Renault.
Este modelo inclui inovações que o construtor francês dizem estar ao «alcance de todos», tais como a câmara de marcha-atrás, cartão mãos-livres, aplicação R-Sound Effect, sistema Renault Bass Reflex, caixa automática EDC de dupla embreagem, com 6 relações e o Renault R-LINK, para integração de tablets.
A gama de motores tem como objectivo alcançar, de acordo com o fabricante, no que respeita aos consumos e emissões de CO2: um novo motor 3 cilindros a gasolina (Energy TCe 90 com consumos de 4,3l/100 e 99g CO2/km) e o motor Energy dCi 90 (3,2l/100 e 83g CO2/km).
«O novo Clio será marcante. Tem um design em completa ruptura com os modelos precedentes e propõe um nível de inovações inédito», afirmou Carlos Tavares, director-geral delegado para as operações da Renault.









