Antes de lançar a primeira geração do Yaris em 1999, a Toyota tinha na gama B a mais fraca do seu alinhamento. Mas com este carro, a marca tem registado um sucesso assinalável. Assim, surge a terceira geração do “pequeno samurai”, com novos argumentos estéticos e não só.
O “Yaris III” é, antes de mais, uma evolução e está muito longe daquela que foi a revolução que o lançamento do Yaris foi em relação ao Starlet. As linhas são uma evolução do Yaris da segunda geração e sem a imagem de “família” que vemos no Auris e no Avensis. Parte da surpresa foi revelada com o Verso S, que não é mais do que a versão monovolume do Yaris e que foi lançada alguns meses antes.
A nível de design exterior a Toyota fez o que todas as marcas nipónicas fazem: evoluir e não revolucionar. E se o resultado até “transpira” charme, o mesmo não se passa com o interior.
O habitáculo da primeira geração era dos mais originais da categoria, com os mostradores ao centro e a instrumentação digital 3D. Nesta geração a Toyota optou por uma configuração tradicional à frente do condutor, com instrumentação analógica. A montagem, como a Toyota nos habituou é irrepreensível, mas os plásticos são muito rijos.
A nível tecnológico, a Toyota utiliza o seu ecrã táctil, estreado no Verso S, com câmara de marcha atrás e… fica-se por aí. Mas por 15 mil euros não é mau, principalmente se adicionarmos o ar-condicionado manual e as ligações USB e Bluetooth.
Mas a maior surpresa veio do motor 1.0. Além de solícito é poupado e para o trânsito em cidade não há melhor. E mesmo em auto-estrada não envergonha o condutor. Isto se for o único ocupante, pois com o carro “carregado” não há milagres…
Modelo: Toyota Yaris 1.0
Preço: 15 mil euros
Consumos: 5l/100 (medidos)
Co2 (g/km): 111










