Review
Para não destoar da tendência para as sequelas, e após o sucesso do primeiro jogo da série, a Visceral não perdeu tempo em desenvolver o segundo jogo do franchise Dead Space.
Tal como no primeiro título, o nosso engenheiro de minas, Isaac Clarke, é mergulhado numa envolvente atmosfera de terror espacial, que se desenrola três anos após os acontecimentos de Dead Space. Desta vez, Isaac acorda numa estação espacial numa das luas de Saturno: Titã.
Titã é dominada pelos horrendos Necromorphs, uma espécie de zombies espaciais, que só são devidamente derrotados com um meticuloso ataque sobre os membros. Esta será uma estratégia indispensável, e eficaz, para o sucesso da nossa missão. E como não bastasse a barbárie que é matar um inimigo desta forma, a nossa personagem continua a sofrer alucinações em que entra a namorada que morreu às mãos dos zombies.
Ambiente de arrepiar a espinha
Este ‘survival horror’ de ficção científica na terceira pessoa traz-nos um das melhores atmosferas recriadas num jogo. Para isso contribuem sons ambiente que provocam suores frios, uma banda sonora que de fazer arrepiar a espinha, vozes de actores com interpretações credíveis e envolventes e um upgrade significativo aos gráficos, capazes de emular as melhores sombras alguma vez vistas.
Além de sermos presenteados com boosters no nosso fato que nos permitem controlar melhor Isaac pela gravidade zero, temos ao nosso dispor um arsenal que contribui para a carnificina, como o Javelin, ideal para empalar os nossos inimigos, ou a Telekinesis, que permite levitar membros das criaturas mortas e arremessá-los contra outros Necromorphs. Esta é a forma ideal para poupar as munições das outras armas.
A estreia do multiplayer
A verdadeira novidade em Dead Space 2 é a capacidade de multijogador, um modo que é cada vez mais um standart em qualquer jogo da actualidade, e que chega pela primeira vez a este franchise. Tal como no Left for Dead, aqui formam-se equipas de quatro (Humanos contra “Necros”) para disputar várias missões.
Quando jogamos neste modo co-op com os humanos, por exemplo, é fundamental a entreajuda para completar as missões. Por sua vez, se estiver na pele dos “Necros” o nosso objectivo primordial é o de não facilitar a vida aos humanos, infernizando-os com sucessivos ataques, assistidos com a preciosa ajuda de hordes de zombies Necromorphs controlados pelo computador.
Preço: 71,99 euros
Plataforma Testada: PS3
Classificação:4,5/5




