Review
Os proclamados jogos Indie trazem sempre algo “fresco” e diferente à indústria dos videos jogos. Como não podem competir com as grandes software houses, normalmente são pequenas empresas constituídas por um punhado de programadores e designers que acabam por fazer jogos simples, mas ao mesmo tempo deslumbrantes.
Mais pequenos, com menos níveis, apresentam-se com histórias pequenas (ou quase inexistentes), têm conceitos e mecânicas de jogo interessantes e, em alguns casos, inovadoras. São imaginativos, criativos, com um design de cenários e de personagens incomuns, e por norma muito desafiantes.
Limbo não foge à regra – num cenário sombrio, um rapaz sem saber o paradeiro da sua irmã entra no Limbo. Isto é só aquilo de que precisamos de saber para dar início ao jogo numa espécie de floresta mística, encoberta numa névoa onde o perigo espreita a qualquer altura.
De forma faseada tentamos resolver os desafios, através da dedução, por tentativa e erro, usando o que podemos: cordas, troncos, armadilhas, gravidade, etc. O ambiente sonoro está à altura dos eventos e propicia momentos de surpresa e de horror.
É necessário compreender que através da distribuição digital houve um aumento da projecção deste género de jogos, onde não é preciso uma grande máquina publicitaria na divulgação dos mesmos. Estes estão, assim, à disposição de todos em qualquer loja on-line, seja ela a da PlayStation, da Xbox 360 ou na plataforma Steam, para PC e Mac.
Não havendo assim gastos de maior, estas empresas normalmente também não possuem muitos recursos e não podem perder muito tempo na criação, nem elaborar uma história muito desenvolvida.
Preço: 9,99 euros
Plataforma testada: PC (via Steam)





